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O DTM pode ficar com as grelhas mais reduzidas na próxima temporada – 18 ou 21 carros em vez dos actuais 24. Tal alteração está associada à redução de custos, estando em cima da mesa o “corte” de um ou dois carro por cada construtor (actualmente são oito por fabricante).

Por enquanto só se tratam de rumores, mas a verdade é que a BMW anunciou as saídas de António Félix da Costa e Martin Tomczyk e Timo Scheider está de saída da Audi – e nos três casos não foram anunciados substitutos.

Seis carros por construtor é o cenário mais falado pela imprensa internacional, mas a publicação britânica Autosport escreve que pode estar em cima da mesa o fim da paridade, com cada fabricante a poder inscrever um mínimo de seis e um máximo de oito carros.

A avançar, a redução da grelha do DTM pode não só tornar o campeonato atractivo a novos construtores como permite aos actuais reduzirem os custos. Podem assim manter o investimento noutras áreas dos seus programas desportivos (por exemplo a Fórmula E, em que a Audi e a BMW estão envolvidas e a Mercedes já demonstrou interesse em competir).

E o custo é, naturalmente, um factor importante na hora das direcções aprovarem os programas desportivos, lembra Wolfgang Ullrich. Em declarações ao site TouringCar Times, o responsável da Audi acrescenta que “com menos dois carros o orçamento da marca para o DTM é reduzido em 10 por cento. Podemos continuar a ter um campeonato entusiasmante se todos os carros forem competitivos”.

Esta é uma opinião com a qual concorda Jens Marquardt, director da BMW Motorsport. O responsável acredita “que não há muitas pessoas preocupadas com o que acontece nas últimas quatro posições, e podemos atrair espectadores se tivermos um bom espectáculo, independentemente de ser com menos carros”.

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