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A Liberty Media começou o processo de aquisição da Fórmula 1 há cerca de dois meses, mas Bernie Ecclestone diz que ainda nada mudou. O novo presidente, Chase Carey, continua apenas a observar sem tomar decisões, e esteve numa reunião recente do Grupo Estratégico.

O ainda director-executivo da F1, Bernie Ecclestone, explica ao site Motorsport.com que Carey não vai falar do futuro da F1 até ao negócio ficar completado, garantindo que “até ao momento nada mudou. Os accionistas mudaram, mas nada mais se alterou. A actual posição da Liberty é com dez por cento das acções da empresa”.

O homem-forte da F1 afirma que Chase Carey – que sucedeu a Peter Brabeck como presidente da F1 – “está a tentar perceber um pouco mais sobre a empresa que comprou. Compraram um produto e estão a estudar o que compraram”, sem se envolver mais do que o seu antecessor.

No entanto, há um “pedido” da Liberty: “Eles gostariam de ter mais corridas nos Estados Unidos. Gostaríamos de ter uma melhor cobertura televisiva lá e mais corridas na América, ficaríamos satisfeitos com isso. Agora temos que ver como o vamos fazer”, diz Ecclestone.

O magnata britânico é também da opinião que até os novos proprietários assumirem o controlo da F1 “têm tempo suficiente para verem o que pensam que está errado, e que pode errado, e ver como o podem corrigir”.

O negócio de aquisição da F1 prevê que Ecclestone fique envolvido durante, pelo menos, mais três anos. Contudo, o seu futuro não está claro, referindo que “o período de três anos é um pouco absurdo, por isso veremos o que acontece. Sinto-me apto e não sinto que vou morrer brevemente, mas essas coisas acontecem. Não se planeiam estas coisas muitas vezes”.

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