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Mattias Ekström concretizou um dos objectivos da sua carreira este domingo, ao sagrar-se campeão mundial de Ralicross. O quinto lugar em Estering acabou por ser saboroso para o sueco, que decidiu falhar uma ronda do DTM pela primeira vez em 15 anos e foi recompensado.

Para Ekström “este pode ter sido o melhor dia da minha carreira no automobilismo. Tive muitos bons momentos com a Audi no DTM, mas aqui é muitíssimo especial. Começámos do zero há três anos. Em Outubro de 2013 não havia nada. Só poucas pessoas conseguem imaginar o que a minha equipa e eu construímos desde então”.

Curiosamente o nórdico nem era fã de ralicross: “Em criança ia sempre às provas mas não desenvolvi qualquer entusiasmo pelo desporto. O ralicross sempre foi demasiado sujo para mim. Prefiro coisas mais puras e limpas”, explica.

A mudança de ideias só se deu há três anos, quando participou numa ronda do Europeu de Ralicross em Höljes. Ekström diz que “terminei em segundo e fui levado pela atmosfera. A caminho de casa pensei em regressar em 2014 e que gostaria de ganhar. Comecei então a pôr a minha ideia em prática com amigos, parceiros e companheiros de longa data”.

O sueco corre no Mundial de Ralicross com a sua própria estrutura, a EKS, ao volante de um Audi S1, e teve o apoio do construtor alemão: “Tenho uma grande dívida de gratidão à Audi Sport. Os meus patrões permitiram-me competir em Estering de forma a aumentar as minhas hipóteses de ser campeão. Isso não podia ser tido como garantido e estou muito grato. Espero que ao alcançar o grande troféu tenha colocado um sorriso nas suas caras”, afirma.

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