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As equipas de Fórmula 1 concordaram com a introdução de um procedimento de partida parada – com os carros alinhados na grelha de partida tal como no início do Grande Prémio – após os períodos de Safety Car – apesar de a ideia ter sido abandonada depois de constar nos regulamentos de 2015.

A ideia foi hoje lançada por Bernie Ecclestone numa reunião informal, argumentando que há uma necessidade de melhorar o espetáculo.

Esta regra foi abandonada no início da época na sequência de uma longa lista de objeções apresentada pelos diretores de equipa que, juntamente com Charlie Whiting, definem os regulamentos desportivos.

A sensação geral era de que a mudança teria um impacto artificial na corrida, já que um piloto com uma grande liderança podia potencialmente ser prejudicado por falhar o arranque no reinício de corrida.

A principal das objeções foi o facto de, no final da corrida, a pista apresentar diferentes condições dependendo do lado da grelha da partida, visto que, por exemplo, em caso de chuva, haveria a possibilidade de alguns pilotos partirem da linha seca e outros da parte mais molhada.

Surgiu também a questão dos pilotos partirem com pneus diferentes e, sendo assim, com níveis de aderência muito variados.

Pensa-se também que, com a introdução desta regra, os pilotos se dirigiriam de imediato para as boxes durante o período de Safety Car, com o objetivo de garantir pneus novos para o reinício.

A regra das partidas com os monolugares parados na grelha de partida em condições de pista molhada também já foi adicionada aos regulamentos de 2017.

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