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Romain Grosjean admitiu ter sido apanhado de surpresa ao qualificar-se na sétima posição para o Grande Prémio do Brasil, garantido a melhor qualificação da Haas até à data.

Na sequência dos problemas registados nas últimas corridas, a Haas tem estado a experimentar diferentes materiais nos travões este fim de semana, e esse trabalho parece ter surtido efeito para a equipa americana.

“É bom estar de volta à Q3, especialmente depois de termos sido eliminados na primeira fase nas últimas das corridas”, disse Grosjean. “O feeling foi bom logo desde início e as condições de pista mais frias ajudaram-nos bastante.

“Ainda há margem para melhorar no futuro. Estamos sempre a aprender mais sobre o que é preciso, mas não estávamos mesmo à espera de chegar à Q3. No geral, ainda assim, quando conseguimos fazer com que tudo esteja a trabalhar bem, somos rápidos, o que é encorajador.”

O desempenho de Grosjean significa que a Haas vai igualar a sua melhor posição na grelha de partida, já que o francês foi também sétimo no Japão, onde se qualificou em oitavo mas acabou por subir uma posição depois da penalização de Sebastian Vettel.

Esteban Gutierrez foi apenas um décimo de segundo mais lento face ao seu colega na Q2, qualificando-se na 12ª posição depois de falhar por pouco o acesso ao lote dos dez primeiros. O chefe de equipa Guenther Steiner mostrou-se otimista numa boa corrida em São Paulo.

“Parece que temos altos e baixos, mas voltamos sempre ao topo”, disse Steiner, que viu ambos os pilotos serem eliminados na Q1 no México. “Começando em sétimo e 12º, o nosso objetivo será terminar nos pontos. É difícil de atingir aqui, mas não vai ser por falta de tentativas.”

O melhor resultado da Haas até agora é o quinto lugar de Grosjean no Bahrain, e numa altura em que restam duas corridas, a equipa parece pronta para terminar o seu primeiro ano na Fórmula 1 num positivo oitavo lugar.

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