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Pedro Moleiro não teve um fim-de-semana fácil no Estoril, terminando com um abandono e um 14º e último lugar do Renault Sport Trophy. O português lamenta o excesso de agressividade do pelotão e a demora na adaptação ao R.S. 01, mas apesar dos resultados considera ter cumprido os objectivos este domingo.

No fim da terceira corrida, Moleiro realça que “vim cá para participar e fazer o melhor”. Contudo, queixou-se da agressividade dos outros pilotos: “No arranque percebi que gostam de andar como carrinhos de choque. A direito na recta interior dão toques por trás para sair da frente, e não ia propriamente lento. Queriam era ultrapassar à força”, refere.

Numa participação esporádica, o piloto afirma que o principal objectivo era terminar, ganhar mais experiência “e conhecer melhor o carro”, sobretudo depois do abandono prematuro da primeira corrida. Explica, por isso, que “dificultei o que pude e depois fiquei sozinho”, queixando-se também das condições meteorológicas.

A aprendizagem era um dos objectivos de Moleiro, que nesse aspecto considera ter sido “um fim-de-semana fantástico”. O piloto admite que “precisava de outra corrida a seguir para conhecer melhor o carro”. Em declarações ao AutoRacing acrescenta que “só agora no fim comecei a perceber como funciona o controlo de tracção. É falta de confiança e de quilómetros – era mais uma corrida e uns treinos em piso seco. Quase só andei em chuva, e com pneus velhos não é a melhor maneira de conhecer o carro”.

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