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O possível regresso do Rali da Turquia ao Mundial de Ralis (WRC) em 2017 não é do agrado de todos pilotos e equipas, devido à situação política no país. A prova turca é uma das três referidas pela FIA como potenciais candidatas a entrar na próxima temporada, a par dos Ralis da China e da Polónia. Até duas destas rondas podem vir a ser confirmadas.

Sébastien Ogier, recém-coroado tetracampeão, recorda que “neste momento, com a situação política na Turquia, não desejaria ir lá e não acho que fosse inteligente lá ir”. Yves Matton, chefe de equipa da Citroën, também diz que não é a altura apropriada para ter uma ronda no país: “Podia ser um rali interessante para o calendário, mas o timing não é bom”, diz, citado pela publicação britânica Autosport.

Visão diferente tem o promotor do WRC, Oliver Ciesla, que acredita na etapa turca, garantindo que a situação do país não está afastar o turismo. Recorda também que “há grandes eventos a decorrer na Turquia, como a Liga dos Campeões e grandes provas de basquetebol em Istambul. Não estamos a falar sobre ir lá amanhã, mas daqui a 12 meses”

O WRC já esteve na Turquia por seis vezes, entre 2003 e 2010 (excepto 2007 e 2009). Sébastien Loeb é o recordista de triunfos (três).

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