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Foi com um 15º lugar que Felix Rosenqvist se estreou no passado domingo na Fórmula E. O sueco fez também a volta mais rápida do ePrémio de Hong Kong, que lhe valeu o primeiro ponto no campeonato que considera ser de adaptação difícil.

Depois da ronda de abertura da temporada Rosenqvist diz que se sente “como um estreante, já que este é definitivamente o campeonato mais difícil para um recém-chegado. Ao mesmo tempo, acho que nunca tive tanta preparação antes de uma época como tive com a Mahindra. O meu engenheiro de corrida tem-me dado muita informação todos os dias”.

Em declarações ao site Motorsport.com o nórdico considera que apesar do resultado “a minha eficiência de pilotagem foi muito boa em Hong Kong. Mas é também questão de conseguir ser preciso e calcular a energia que se pode usar, e vão ser precisas algumas corridas para aprender isso”.

O mesmo não se aplica ao facto de ter que pilotar no limite e junto de muros: “Quando se trata de levar o monolugar ao limite entre muros acho que agora tenho experiência suficiente para me acostumar rapidamente e fazer o trabalho, por isso nesse aspecto não me sinto um estreante”, afirma Rosenqvist.

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