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Com a saída da Audi do Mundial de Resistência (WEC), pode voltar a discussão em torno do número de carros por equipa em Le Mans. Nesta época, de forma a cortar nos custos, todas as rondas contaram com apenas dois carros por fabricante em LMP1 (incluindo as 24 Horas de Le Mans), mas admite-se que o cenário possa mudar.

Em entrevista à publicação britânica Autosport, Pascal Vasselon, director técnico da Toyota Motorsport, considera que seria “lógico” para os japoneses e para a Porsche “correr com três carros agora que a Audi está de saída. Mas não há qualquer decisão tomada e a saída da Audi não mudou nada”.

Quanto à Porsche, o construtor rejeita a hipótese de voltar a ter três carros em Le Mans. O chefe de equipa Andreas Seidl garante que o programa desportivo do construtor não sofreu alterações: “Vamos rodar com dois carros pelas mesmas razões deste ano. Claro que depois do anúncio da Audi existem discussões com Pierre Fillon (responsável do ACO) e Gérard Neveu (director-executivo do WEC)”, afirma.

Do lado do campeonato, Neveu descarta que a saída da Audi seja um motivo para ter três carros por construtor em Le Mans devido à saída da Audi. O responsável explica que “não funciona assim, só vamos trabalhar no melhor interesse dos participantes. Se for do seu interesse ter três carros, então o Pierre Fillon vai ajudá-los assegurando as vagas, mas se for do interesse dos construtores ter dois carros nós vamos aceitar isso”.

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