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Os organizadores do Mundial de Resistência (WEC) já reagiram ao anúncio da saída da Audi do campeonato. Os responsáveis lamentam a partida do construtor alemão, mas garantem que está para breve a chegada de novos fabricantes.

Pierre Fillon, presidente do Automobile Club de l’Ouest, lamenta a saída de um “grande protagonista das competições de resistência” que fez história nas 24 Horas de Le Mans e no WEC, mas diz que o ACO estava já preparado para este cenário

Diz também que “o ACO, em parceria com a FIA, está focado em reduzir os custos para os construtores. As duas organizações estabeleceram também o rumo claro para os próximos anos: continuar na linha da frente da inovação oferecendo ao mesmo tempo a melhor plataforma possível para novas tecnologias na preparação dos carros do futuro”.

Fillon lembra ainda que o WEC está a apostar nas tecnologias híbridas e eléctricas, acrescentando que “uma porta fecha-se e, ao mesmo tempo, outra abre-se com a já anunciada chegada de outros construtores”.

Gérard Neveu, director-executivo do WEC, dirige palavras aos “pilotos, engenheiros, mecânicos e membros da equipa, para quem estas notícias são dolorosas. Temos admiração e gratidão pelas suas performances desportivas fantásticas no WEC desde 2012”.

O responsável lembra também que “o WEC tem uma grelha de 32 carros, 20 equipas, com quatro categorias e seis construtores”, com os títulos deste ano em aberto. Tal como Fillon, realça ainda que “um construtor está a sair do campeonato, outros chegarão em breve. É a vida de um campeonato”.

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