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Alexander Wurz, presidente da GPDA, afirma que a saída de Kevin Magnussen do seu Renault em chamas não teria sido significativamente dificultada se o dispositivo Halo estivesse colocado.

A FIA tem vindo a avaliar a possiblidade de introduzir o Halo na Fórmula 1, mas o dispositivo tem levantado questões relativamente à necessidade de um piloto sair do carro numa situação de emergência.

No entanto, Wurz referiu que o aumento no tempo seria insignificante: “Talvez ele demore mais 0,5 segundos a sair. O fato de proteção em caso de incêndio dura 50 segundos numa situação de fogo real.”

“Mas graças a Deus não havia uma grande urgência para sair do carro. E, volto a dizer, os pilotos têm vários acessórios de proteção contra o fogo.”

Ainda assim, Wurz apontou que algo mais poderia ter sido feito para proteger os mecânicos da Renault que extinguiram o fogo, e relembrou o que se passou com a Williams no circuito de Barcelona em 2012.

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