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Ao fim de 11 anos, Yvan Muller termina este fim-de-semana a sua carreira no Mundial de Carros de Turismo (WTCC). O francês chegou a ter ofertas para 2017, mas recusou-as por sentir que este é o momento ideal para deixar a alta competição.

Em entrevista ao site TouringCarTimes, Muller começa por admitir que “é um fim-de-semana especial” no Qatar: “Pela primeira vez ao sentar-me no carro vou pensar que é uma das últimas vezes que o vou fazer. É a primeira vez que me sinto assim em 37 anos, mas estou bem com isso, é o momento certo para abandonar”, afirma

Como já tinha avançado ao AutoRacing, o francês diz que teve propostas do WTCC “para o próximo ano, mas decidi por mim mesmo”. Reforça que nesta altura está fora dos seus planos correr a tempo inteiro, explicando que “não quero fazer mais épocas completas como piloto num nível como este”.

Sobre as perspectivas de futuro do WTCC, Muller desvaloriza o facto da saída da Citroën reduzir para dois os construtores presentes em 2017: “Nunca se sabe o futuro, temos que ser optimistas. O WRC não estava muito melhor há alguns anos. Existiram várias épocas com apenas sete ou oito carros a disputar a temporada integralmente. Isso não se notou tanto porque não acontece numa grelha de partida, mas aconteceu”, refere.

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